quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ON ou OFF - de que lado você está?

Que tal dar uma parada hoje para refletir.




Deivison Pedroza, em seus textos e vídeos, ajuda você a encontrar estas repostas através do resumo de uma história que ainda não acabou. De uma criança " pobre" que começou do zero, que foi conquistando seu espaço aos poucos. EXPERIMENTANDO, FAZENDO, APRENDENDO. A história de um empreendedor de sucesso que tem conquistando seus próprios sonhos, desenhando seus próprios MOTIVOS para uma vida digna contada.

Deivison Pedroza é um pessoa otimista com a vida e por novos desafios. Um empresário e empreendedor de sucesso no BRASIL. Fundador e CEO da VERDE GHAIA, sócio diretor da empresa VG BIO ENERGIA e presidente do Instituto Oksigeno.
Suas palestras são recheadas de exemplos reais, com pessoas reais e uma deliciosa receita de sucesso que pode ser aplicada por qualquer um, independentemente do que faça.


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

THE FLYING MAN, dirigido por brasileiro, curta chama a atenção da MARVEL




O curta, que dura nove minutos, começa com a cobertura de imprensa sobre a figura. Acompanhamos as vozes dos jornalistas sendo entrecortadas pelas ações do Flying Man. Uma das narrações avisa: ele mata quem tem passagem pela polícia. “A partir do momento que alguém tem mais poder do que outras pessoas, você fatalmente começa a desenvolver um jogo complicado de equilíbrios. E a dramaturgia sempre se apropriou disso. O jogo de poder é um dos temas preferidos de Shakespeare, por exemplo”, disse Grazinoli “Toda essa crise mundial às vezes levanta essa ilusão perigosa de que uma pessoa sozinha pode resolver todas as coisas".

Os efeitos especiais, realizados pelos  roteiristas Henry Grazinoli em  parceria com João Sita --que trabalhou com efeitos visuais em "300" e "A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2"-- impressionam, e a música e os efeitos sonoros, de Roger Lima, são de primeira.


"The Flying Man" parece mais um cartão de visitas, um trailer que apresenta um super-herói misterioso e atiça a curiosidade do espectador para saber mais sobre o personagem. O curta tem um final em aberto, que deixa mais dúvidas que respostas.
Fica evidente que Alqueres só deu um aperitivo, uma pequena amostra do que é capaz de fazer.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Magic Pills - A pílula mágica para emagrecer

Anunciando uma nova pílula "mágica" para emagrecer, uma empresa realizou uma campanha nos meios de comunicação, convidando as primeiras 50 pessoas que gostaria de obtê-las gratuitamente a se inscreverem.
Muito legal ver a reação das pessoas ao receber a tão desejada caixinha com as pílulas.
E você, quer participar dessa promoção?

sábado, 27 de abril de 2013

Roberto Seba - O Brasileiro que está entre os finalistas do "melhor emprego do mundo"



Um brasileiro está entre os finalistas do concurso "melhor emprego do mundo". O fotógrafo de Vitória, Espírito Santo, Roberto Seba, 31 anos, está entre os 25 concorrentes a passar seis meses na Austrália indo a eventos e festas como VIP, patrulhando praias paradisíacas e aproveitando os bares e restaurantes de Melbourne gratuitamente e ainda ganhar um salário de US$ 100 mil (cerca de R$ 200 mil).

Cerca de 40 mil pessoas se inscreveram para participar do concurso, que era dividido em seis categorias - guarda de parque, fotógrafo de estilo de vida, chefe de degustação, cuidador de animais selvagens, frequentador de eventos e aventureiro. O brasileiro é finalista na categoria fotógrafo de estilo de vida. Para participar da primeira etapa do processo, o candidato precisava enviar um vídeo de 30 segundos contando os motivos que o levava a querer trabalhar no projeto.

Os vídeos foram selecionados pelos organizadores e os 25 melhores foram classificados para a segunda etapa, você poe ver os vídeos que foram enviados dos candidados https://bestjobs.australia.com/ , mas nao se esqueça de ver o do Roberto Seba, que por sinal ficou muito bom. Agora, os candidatos terão que realizar alguns testes e divulgar seu trabalho para o público. Para isso, Seba resolveu criar uma fanpage no Facebook www.facebook.com/gobobaustralia  .

"Eles (os organizadores) colocam um desafio para os candidatos: divulgar e mobilizar as pessoas para mostrar que você está entre os finalistas do concurso. Uma das minhas estratégias foi criar essa fanpage para eu poder contabilizar esse apoio. Cada pessoa que me seguir ali vai ajudar para eles considerarem minha disputa à vaga".

Vamos dar uma forcinha?? Entre no facebook e curta a página do Roberto Seba.

 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Drogas - Vale a pena?


Você sabe como realmente funcionam as drogas em seu corpo? Você acha que um simples cigarrinho de maconha não irá influenciar nada em teu corpo? A Discovey abordou os efeitos das drogas em usuários dispostos a participar de uma pesquisa controlada, observando como cada um reagiria a determinadas dificuldades antes e depois de usar suas drogas habituais.

Depois de assistir ao programa, fica a pergunta: Vale a pena se arriscar?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Tecnologia 4DX® da Cinéplois







Você que é fã de cinema, conhece a sala Cinépolis 4DX®?  Uma experiência inimaginável está chegando.

A Cinépolis inaugurou em São Paulo a primeira sala Cinépolis 4DX® da América do Sul. Inovadora, a tecnologia única - desenvolvida em parceria com a empresa coreana CGV - oferece ao público uma experiência audiovisual sem precedentes, com efeitos e sensações sincronizados ao filme. As poltronas têm sistema eletrônico de movimentos, que permite simular quedas, trepidação e vibrações, além de aceleração e frenagem. Junto a isso, a sala possui instalações especiais nas paredes e poltronas, que geram até 20 efeitos de luzes, água, vento, aromas e névoa.

Atualmente você pode conferir essa nova tecnologia no Shopping JK, que tem parceria com a Philips (São Paulo – SP) , o Shopping São Bernardo Plaza (São Bernardo do Campo – SP) ou o Shopping Bela Vista (Salvador – BA).


sábado, 20 de abril de 2013

Tributo a Paul MacCartney

Um tributo a Paul McCartney, que aconteceu em dezembro de 2010 na Casa Branca, em Washington. Os outros homenageados durante a noite foram Oprah Winfrey, o compositor Jerry Herman, a artista country Merle Haggard, e o coreógrafo Bill T. Jones. Outros artistas que cantaram em homenagem ao velho Macca foram: Norah Jones, Dave Grohl, Steven Tyler e James Taylor. Entre os convidados VIP do evento estavam o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e a primeira dama Michelle Obama, além das atrizes Julia Roberts e Christine Baranski (The Good Wife) e dos atores Matthew Morrison (Glee), Alec Baldwin, Chris Rock e Matthew Bomer (White Collar). O tributo a Paul teve um final incrível ao som da música “Let It Be” e deixou um baita nó na garganta do nosso homenageado, com um enorme coral ao fundo e todos os artistas que se apresentaram nesta noite juntos no palco, a platéia cantou junto de pé, emocionados. 
Vale a pena conferir, mesmo sendo um evento que ocorreu em 2010.

terça-feira, 26 de março de 2013

Defiance





Defiance, nova ficção científica de Rockne S. O’Bannon (Farscape) criada para o canal Syfy.

A trama se passa num futuro pós-apocaliptico no qual o planeta foi devastado por um guerra interplanetária que durou 30 anos. Humanos e alienígenas vivem pacificamente em Defiance, um dos poucos lugares habitáveis que restou na Terra. O xerife Jeb Nolan (Grant Bowler) e a prefeita Amanda Rosewater (Julie Benz) são os responsáveis por comandar o lugar.

Nos Estados Unidos, Defiance estreia dia 15 de Abril com um episódio de duas horas pelo canal Syfy. No Brasil, a série estreia um dia depois, 16 de Abril, pelo mesmo canal. Apesar de ainda não ter ido ao ar, a série já garantiu segunda temporada juntamente com seu jogo. O jogo será lançado 13 dias antes e afetará o rumo da série de acordo com as missões.


Abaixo, dois novos trailers para você sentir o gostinho do que vem por aí.



segunda-feira, 25 de março de 2013

Inferno - de Dan Brown


 

Inferno, o quarto livro do escritor Dan Brown sobre o criptologista Robert Langdon, chegará às livraria em maio no Reino Unido. No Brasil, a editora Sextante publicará Inferno em junho, com uma tiragem inicial de 300 mil exemplares.

Inferno" apresenta o retorno do famoso simbologista de Harvard e protagonista de "Código Da Vinci" Robert Langdon, e se passa na Itália, centrando-se na obra literária "Inferno de Dante".

Abaixo trecho inédito do livro Inferno com tradução de Fernanda Abreu e Fabiano Moraes.


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As lembranças se materializaram lentamente, como bolhas vindo à tona da escuridão de um poço sem fundo.
Uma mulher com o rosto coberto por um véu.
Robert Langdon olhava para ela do outro lado de um rio cujas águas agitadas corriam vermelhas, tingidas de sangue. De frente para ele, na margem oposta, a mulher o encarava, imóvel, solene. Trazia na mão uma faixa azul, uma tainia, que ergueu em homenagem ao mar de cadáveres aos seus pés. O cheiro da morte pairava por toda parte.
Busca, sussurrou a mulher. E encontrarás.
Langdon ouviu as palavras como se ela as tivesse pronunciado dentro de sua cabeça. "Quem é você?", perguntou ele, sem que sua voz produzisse som algum.
O tempo urge, sussurrou ela. Busca e encontrarás.
Langdon deu um passo à frente, em direção ao rio, mas então viu que as águas, além de ensanguentadas, eram profundas demais para que ele as atravessasse. Quando tornou a erguer os olhos para a mulher de véu, os corpos aos seus pés tinham se multiplicado. Eram agora centenas, milhares talvez, alguns ainda vivos, contorcendo-se de agonia, padecendo mortes inimagináveis... consumidos pelo fogo, enterrados em fezes, devorando uns aos outros. Podia ouvir os lamentos humanos ecoarem acima da água.
A mulher se moveu em sua direção com as mãos esguias estendidas, como quem pede ajuda.
"Quem é você?!", gritou Langdon outra vez.
Em resposta, a mulher levou a mão ao rosto e ergueu lentamente o véu. Sua beleza era arrebatadora, porém ela era mais velha do que Langdon imaginara: 60 e poucos anos talvez, altiva e forte, como uma estátua atemporal. Tinha um maxilar anguloso, de aspecto severo, olhos penetrantes e intensos e longos cabelos grisalhos, cujos cachos lhe caíam em cascata sobre os ombros. Um amuleto de lápis-lazúli pendia de seu pescoço --uma serpente solitária enroscada em um bastão.
Langdon teve a sensação de que a conhecia, de que confiava nela. Mas como? Por quê?
Ela então apontou para duas pernas que brotavam da terra, se contorcendo. Aparentemente eram de alguma pobre alma enterrada até a cintura, de cabeça para baixo. Uma letra solitária escrita com lama se destacava na coxa pálida do homem: R.
R?, pensou Langdon, intrigado. R de... Robert? Será que esse... sou eu?
O rosto da mulher nada revelava. Busca e encontrarás, repetiu ela.
Subitamente, ela começou a irradiar uma luz branca... cada vez mais forte. Todo o seu corpo começou a vibrar com intensidade e, então, com um estrondo repentino, ela explodiu em mil faíscas.
Langdon acordou sobressaltado, aos gritos.
Estava sozinho no quarto iluminado. O cheiro pungente de álcool hospitalar pairava no ar. Ali perto bipes de máquina soavam em discreta sintonia com o ritmo de seu coração. Tentou mover o braço direito, mas uma dor lancinante o impediu. Olhou para baixo e viu que um cateter intravenoso repuxava a pele de seu antebraço.
Sua pulsação se acelerou e as máquinas acompanharam o ritmo, passando a emitir bipes mais rápidos.
Onde estou? O que aconteceu?
A nuca de Langdon latejava, uma dor torturante. Com cautela, ele ergueu o braço livre e tocou o couro cabeludo, tentando localizar a origem da dor de cabeça. Sob os cabelos emaranhados, encontrou as extremidades duras de uns dez pontos incrustados de sangue seco.
Fechou os olhos e tentou se lembrar de algum acidente.
Nada. Branco total.
Pense.
Apenas escuridão.
Um homem com roupa cirúrgica entrou apressado, aparentemente alertado pela aceleração dos bipes do monitor cardíaco de Langdon. Tinha barba desgrenhada, bigode cerrado e olhos bondosos que irradiavam uma calma atenciosa por baixo das sobrancelhas revoltas.
-- O que... o que houve? -- Langdon conseguiu perguntar. -- Eu sofri algum acidente?
O barbudo levou um dedo aos lábios e tornou a sair às pressas para chamar alguém no corredor.
Langdon virou a cabeça, mas o movimento fez uma pontada de dor atravessar seu crânio. Respirou fundo várias vezes e esperou a dor passar. Então, com cuidado e de forma metódica, examinou o ambiente estéril ao seu redor.
O quarto de hospital continha uma cama só. Não havia flores. Não havia cartões. Viu as próprias roupas em cima de um balcão próximo ao leito, dobradas dentro de um saco plástico transparente. Estavam cobertas de sangue.
Meu Deus. Deve ter sido grave.
Langdon girou a cabeça bem devagar em direção à janela ao lado da cama. Estava escuro lá fora. Era noite. A única coisa que ele conseguia ver no vidro era o próprio reflexo: um desconhecido abatido, pálido e exausto, ligado a tubos e fios e cercado por equipamentos hospitalares.
Ouviu vozes se aproximando pelo corredor e tornou a olhar para o quarto. O médico voltou, dessa vez acompanhado por uma mulher.
Ela parecia ter 30 e poucos anos. Usava roupa cirúrgica azul e tinha os cabelos louros presos em um rabo de cavalo grosso que balançava ao ritmo de seus passos.
-- Sou a doutora Sienna Brooks -- apresentou-se, abrindo um sorriso para Langdon ao entrar. -- Vou trabalhar com o dr. Marconi hoje à noite.
Langdon assentiu com um débil meneio de cabeça.
Alta e graciosa, a dra. Brooks se movia com a desenvoltura assertiva de uma atleta. Mesmo com aquela roupa folgada, conservava uma elegância esguia. Por mais que Langdon não percebesse nenhum traço de maquiagem, sua pele tinha uma suavidade incomum, a única mácula era uma pinta minúscula logo acima dos lábios. Os olhos, de um tom castanho suave, pareciam estranhamente penetrantes, como se houvessem testemunhado experiências de rara profundidade para alguém tão jovem.
-- O dr. Marconi não fala inglês muito bem, então me pediu que preenchesse sua ficha de admissão -- disse ela, sentando-se ao seu lado. Voltou a sorrir.
-- Obrigado.
-- Certo -- começou ela, assumindo um tom de voz sério. -- Qual é o seu nome?
Ele precisou de alguns instantes.
-- Robert... Langdon.
Ela apontou uma lanterninha para seus olhos.
-- Profissão?
Ele respondeu ainda mais devagar:
-- Professor universitário. História da Arte... e Simbologia. Em Harvard.
A dra. Brooks baixou a lanterna, mostrando-se surpresa. O médico de sobrancelhas revoltas pareceu igualmente espantado.
-- O senhor é americano?
Langdon a encarou com um olhar intrigado.
-- É só que... -- Ela hesitou. -- O senhor não tinha documento nenhum quando chegou. Como estava de paletó de tweed da Harris e sapatos sociais, imaginamos que fosse britânico.
-- Eu sou americano -- assegurou-lhe Langdon, exausto demais para explicar sua preferência por alfaiataria de qualidade.
-- Está sentindo alguma dor?
-- Na cabeça -- respondeu Langdon, o latejar em seu crânio agravado pelo brilho forte da lanterna. Felizmente, a médica a guardou no bolso e pegou seu pulso, para medir os batimentos. -- O senhor acordou gritando -- falou. -- Consegue se lembrar por quê?
Langdon voltou a ter um lampejo da estranha visão da mulher de véu, cercada de corpos em agonia. Busca e encontrarás.
-- Tive um pesadelo.
-- Sobre o quê?
Langdon lhe contou.
A dra. Brooks manteve uma expressão neutra enquanto fazia anotações numa prancheta.
-- Alguma ideia do que possa ter provocado uma visão tão apavorante?
Langdon vasculhou a memória e então balançou a cabeça, que latejou em protesto.
-- Muito bem, Sr. Langdon -- disse ela, sem parar de escrever --, agora vou fazer alguma perguntas de rotina. Que dia da semana é hoje?
Langdon pensou por alguns instantes.
-- Sábado. Eu me lembro de estar andando pelo campus hoje mais cedo... de participar de um simpósio à tarde e depois... acho que essa é a última coisa de que me lembro. Eu levei um tombo?
-- Já vamos falar sobre isso. O senhor sabe onde está?
Langdon deu seu melhor palpite:
-- No Hospital Geral de Massachusetts?
A dra. Brooks fez outra anotação.
-- Existe alguém para quem devamos telefonar avisando? Mulher? Filhos?
-- Ninguém -- respondeu Langdon sem precisar pensar.
Sempre gostara da solidão e da independência que sua vida de solteiro lhe oferecia, embora precisasse admitir que, nas condições em que se encontrava, preferiria ter um rosto conhecido ao seu lado.
-- Eu poderia telefonar para alguns colegas, mas não vejo necessidade.
Quando a dra. Brooks terminou de medir o pulso de Langdon, o médico mais velho se aproximou. Alisando as sobrancelhas revoltas, sacou um pequeno gravador do bolso e o mostrou à colega. Ela assentiu, indicando que entendera, e voltou a encarar o paciente.
-- Sr. Langdon, quando chegou hoje mais cedo, o senhor estava murmurando repetidamente uma coisa.
Ela lançou um olhar ao dr. Marconi, que ergueu o gravador digital e apertou um botão.
Uma gravação começou a tocar e Langdon ouviu a própria voz grogue balbuciar repetidas vezes a mesma frase: "Ve... sorry. Ve... sorry."
-- Me parece -- continuou a doutora -- que o senhor estava dizendo "Very sorry. Very sorry".
Langdon concordou, embora não se lembrasse de nada daquilo.
A dra. Brooks o fitou com um olhar tão intenso que chegava a ser perturbador.
-- Tem alguma ideia de por que diria isso? O que o senhor lamenta tanto?
Enquanto se esforçava para tentar lembrar, Langdon tornou a ver a mulher de rosto velado parada à margem de um rio vermelho-sangue, cercada de corpos. Sentiu outra vez o fedor da morte.
Foi invadido pela sensação repentina, instintiva, de que estava correndo perigo... não só ele como todos os demais. Os bipes do monitor cardíaco aceleraram na mesma hora. Seus músculos se retesaram e ele tentou se sentar.
A dra. Brooks se apressou em pousar a mão com firmeza sobre seu peito, forçando-o a se deitar novamente. Então lançou um olhar rápido para o médico barbudo, que foi até um dos cantos do quarto e começou a preparar alguma coisa.
Em pé ao lado de Langdon, a doutora voltou a falar com um sussurro:
-- Sr. Langdon, ansiedade é uma reação comum a traumatismos cranianos, mas o senhor precisa manter sua pulsação baixa. Não deve se mexer nem se agitar, apenas fique deitado e descanse. Vai ficar tudo bem. Aos poucos, vai recuperar a memória.
O outro médico voltou com uma seringa, que entregou à dra. Brooks. Ela injetou o conteúdo no acesso intravenoso de Langdon.
-- É só um sedativo leve para acalmá-lo -- explicou -- e para aliviar a dor. -- Ela se levantou para ir embora. -- Vai ficar tudo bem, Sr. Langdon. Agora durma. Se precisar de alguma coisa, aperte o botão ao lado da cama.
Ela apagou a luz e se retirou junto com o médico barbudo.
No escuro, Langdon sentiu o efeito quase imediato da medicação em seu organismo, arrastando-o de volta para as profundezas do poço do qual havia emergido. Combateu a sensação, forçando os olhos a permanecerem abertos na escuridão do quarto. Tentou se sentar, mas seu corpo parecia feito de concreto.
Ao mudar de posição na cama, Langdon se viu outra vez de frente para a janela. As luzes estavam apagadas e, no vidro escuro, seu próprio reflexo havia desaparecido, substituído por um horizonte distante e iluminado.
Em meio às silhuetas de torres e domos, uma fachada em especial se destacava em seu campo de visão. A construção era uma imponente fortaleza de pedra, com ameias no parapeito e uma torre de mais de 90 metros, que ficava mais larga perto do topo projetado para fora, também com ameias munidas de balestreiros.
Langdon se sentou na cama com as costas eretas, fazendo a dor na cabeça explodir. Lutou contra o latejar violento e fixou o olhar na torre.
Conhecia bem aquela estrutura medieval.
Era única no mundo.
Infelizmente, porém, ficava a quase 6.500 quilômetros de Massachusetts.
Do lado de fora, escondida nas sombras da Via Torregalli, uma mulher robusta desmontou sem o menor esforço de uma moto BMW e avançou com o andar decidido de uma pantera que persegue sua presa. Tinha um olhar feroz. Os cabelos curtos e espetados se destacavam contra a gola levantada de uma jaqueta de couro preta. Ela verificou a arma equipada com silenciador que trazia nas mãos e ergueu os olhos para a janela do quarto de Robert Langdon, onde a luz acabara de se apagar.
Mais cedo naquela mesma noite, sua missão original dera terrivelmente errado.
O arrulho de uma simples pomba havia mudado tudo.
Agora ela estava lá para consertar o estrago.

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domingo, 24 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

Discurso (cantado) em casamento

Tom Fletcher é vocalista/guitarrista da banda inglesa McFLY, e usou suas próprias músicas para fazer o discurso no dia do seu casamento, mudando as letras para adaptá-las à situação.

Tom e Giovanna se casaram em Londres, dia 12 de maio de 2012. Tom postou no seu canal no youtube o vídeo do discurso que fez em seu casamento, e em 5 dias o vídeo já atingiu mais de 5 milhões de acessos!

 Também com tanta criatividade era de se esperar por isso.

No player clica em CC para ativar as legendas.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

GoPro HERO3: Uma das câmeras mais famosas entre os fãs de esportes radicais






Mais uma máquina que me encantou com sua capacidade de capturar belas imagens, a câmera GoPro já está ma minha lista de desejos. Você já ouviu falar ou a conhece?


A GoPro HD Hero é um dos modelos mais populares do mundo voltados ao registro de vídeos e fotos radicais. Chamada pelo próprio fabricante de “câmera de ação”, ela conta com design compacto, case à prova d’água com proteção contra choques e suportes capazes de resistir aos mais variados esportes.

Apesar do foco da câmera ser voltado à captura de vídeos, ela também é capaz de obter boas fotografias – principalmente devido à utilização do ângulo de visão em 170 graus. Além disso, mesmo não permitindo uma configuração mais personalizada com relação aos ajustes para a captura de determinadas imagens, as fotos tiradas com a GoPro HD Hero agradam bastante. 

Veja o que esta pequenina é capaz de fazer.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Mundo da Red Bull





Diferente dos comerciais que estamos acostumados a ver da Red Bull (aquele que te dá asas), nesse novo comercial  a Red Bull se volta  para os indivíduos criativos e talentosos em esporte e cultura, permitindo-lhes desafiar limites e fazer o que já foi considerado impossível.  

Belo comercial, com belas imagens.

" Explorar é da natureza humana.
   Encontrar seu caminho e ir mais além.
   O único limite, é o que você mesmo define."

 

domingo, 6 de janeiro de 2013

MAMA - Novo Terror de Guillermo del Toro





Terror produzido por Guillermo del Toro (“O Labirinto do Fauno“), é baseado num curta metragem dirigido por Andres Muschietti, que também comanda esta versão estendida. 

No filme, Jessica Chastain, como Annabel de “Os Infratores“ e Nicolaj Coster-Waldau, como Lucas (o Jaime Lannister da série “Game of Thrones“) vivem um casal que adota duas garotinhas, sem saber elas não são as únicas a entrarem em suas vidas.

A trama segue a história de Victoria e Lilly, duas garotinhas que a cinco anos atrás desapareceram  sem deixar vestígios, no mesmo dia em que seus pais foram assassinados. 

Desde então, seu tio Lucas (Coster-Waldau) e a namorada Annabel (Chastain) vêm empregando uma busca desesperada para encontrá-las. Quando as crianças aparecem vivas numa cabana decrépita, o casal adota as meninas, na tentativa de dar a elas uma vida normal. 

Com o passar do tempo, Annabel se convence de que  há uma presença maligna em sua casa. 

As irmãs estão apenas sofrendo de stress pós-traumático, ou existe um fantasma que as visita? Como as duas meninas sobreviveram sozinhas todos esses anos? Enquanto responde a essas questões perturbadoras, Annabel vai descobrir que os sussurros que ouve à noite vêm dos lábios de uma presença mortal.

O elenco do filme conta ainda com a presença de Megan Charpentier (“A Garota da Capa Vermelha“) e Isabelle Nélisse (da série “Mirador“) nos papéis das pequenas irmãs. 

O filme é uma co-produção entre Espanha e Canadá e será lançado nos EUA dia 18 de janeiro de 2013. 

“Mama” segue sem data de estreia no Brasil o que é uma pena.


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