Tudo aquilo que se pode acrescenta a nossa mente e um pouquinho a mais. Frases, pensamentos, reflexões, mensagens, imagens, filmes, livros, humor, poesia, viagens, fotos, nos levando a lugares inimagináveis.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A verdade sobre a coleta de ovos de tartaruga a margem do Rio Solimões
Começou novamente a circular na internet uma matéria sobre a destruição aos ovos de Tartarugas Marinhas na margem esquerda do Rio Solimões, com fotos de várias pessoas catando os ovos e os levando embora ao mesmo tempo em que as tartarugas estão desovando. Não vou falar aqui da politicagem atrás dessa matéria.
Incrível como algumas pessoas não param um instante para pensar se realmente é isso que anda acontecendo em tal lugar antes de passar tal fato adiante. Que tal se parássemos por um instante e colocássemos a cabeça para funcionar observando atentamente as fotos?
Você não precisa ir ao Rio Solimões para saber que um rio não tem ondas como aparecem nas fotos. Então a primeira conclusão seria de que isso está acontecendo a beira do mar e não a beira de um rio, ou especificamente a beira do Rio Solimões. E mais, as tartarugas que aparecem focadas são tartarugas marinhas (da espécie oliva ), não tartarugas de água doce.
Outro ponto a ser observado é que um evento de tal magnitude ocorrendo a luz do dia chamaria a atenção de qualquer um que tem um mínimo de consciência ambientalista, chamando as autoridades competente para conter tal abuso.
Quando recebi tal e-mail fiquei indignada mesmo observando tais fatos nas fotos, pois independentemente do local que estaria acontecendo tal fato o ato estava sendo praticado em algum lugar e deveria a todo custo ser contido.
No meu desespero em alertar alguém que pudesse conter tal absurdo, cheguei a enviar vários e-mails a várias ONGs de proteção a Tartarugas Marinhas e recebi resposta somente da www.tortugasmarinas.org que a seguir transcrevo:
Cara Valéria,
Anteriormente recebi o mesmo mail com as mesmas fotografias exactamente, mas indicando que se passava na Costa Rica. Que é o caso, isto passa-se sim na Costa Rica.
Esta espécie de tartarugas tem uma particularidade, as fémeas fazem a postura no que se designa por "arribada": centenas de tartarugas sobem em simultâneo para a mesma praia para desovar. E isto passa-se durante vários dias seguidos. O que acontece é que as tartarugas do 3º dia, para abrir a cova já estão a desenterrar os ovos das posturas anteriores dando origem à destruição dos ovos dessas posturas.
Assim por lei é permitido durante as primeiras 36h das posturas que a população retire os ovos das primeiras posturas, alguns para consumo e outros para incubadoras para aumentar a taxa de sucesso dos nascimentos, ovos esses que iriam ser destruídos de qualquer forma.
O facto de estar aqui referido rio Solimões é um logro... eu já lá estive e não há qualquer tartaruga marinha que suba mais de 1000 km do Rio Amazonas para ir desovar nas praias do rio Solimões. Alías se reparar nas fotografias o que se vê ao fundo são ondas de mar, mar esse que está a mais de 1000 km do rio Solimões. A Internet tem muitas vantagens mas também permite difundir informação falsa como esta.
Espero ter esclarecido de alguma forma.
Resta-me agradecer a sua preocupação e dizer que foram pessoas como você que se preocupam, que resolveram dar origem à criação desta associação.
Com os melhores cumprimentos,
Fernando Miranda
Abaixo as fotos que recebi
Depois de terem nascido na praia Ostional, localizada a 350 km ao noroeste de San José, no Pacífico, várias centenas de milhares de tartarugas regressam ao seu local de origem para deixar milhões de ovos.
Entre os meses de setembro e novembro, assim que o sol se põe, milhares de tartarugas-fêmeas começam a sair do mar, avançam pela praia cerca de 50 metros, fazem um ninho e depositam uma média de cem ovos cada uma.
A tartaruga faz um buraco onde deposita os ovos e depois o tapa cuidadosamente com as patas, para evitar os predadores. A difícil tarefa leva cerca de uma hora e meia.
Assim que o penoso trabalho termina, a tartaruga volta para o mar.
Somente nesta praia da Costa Rica podem chegar nesta época até 100 mil tartarugas por dia, para realizar uma das maiores desovas do planeta, segundo os biólogos marinhos.
Isto significa a postura de 10 milhões de ovos num único dia!
Ostional é uma estreita faixa de areias escuras, com pouco mais de 2 km de extensão.
Não existe, obviamente, espaço físico suficiente na praia para comportar tamanho congestionamento de tartarugas, que se dirigem ao local quase todas ao mesmo tempo cumprindo o instinto de procriar.
O que acontece então é que os animais que chegam depois destroem os ovos anteriormente postos com o seu peso e escavações de novos ninhos.
Para que isso não ocorra, durante as primeiras 35 horas após o início da desova, os habitantes locais passaram a receber autorização para promover a retirada maciça de ovos que, certamente, seriam destruídos pelas levas seguintes de tartarugas.
Eles são treinados para a tarefa sob o monitoramento de membros da Universidade, do Instituto da Pesca e do Ministério do Ambiente, que até hoje gerenciam o projeto.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve Jobs
O cofundador e ex-presidente do conselho de administração da Apple morreu nesta quarta-feira aos 56 anos, vítima de um câncer no pâncreas que vinha tratando desde 2003. Perfeccionista, criativo, inovador e ousado, ele ajudou a tornar os computadores mais amigáveis e revolucionou a animação, a música digital e o telefone celular. Jobs marcou o mundo da tecnologia ao apresentar produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Afastado da empresa desde 17 de janeiro para cuidar da saúde e sem prazo para voltar, o executivo renunciou ao cargo em 24 de agosto. "Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não pudesse mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou", dizia a nota.
A Apple habilitou um e-mail para que qualquer pessoa possa enviar uma mensagem de condolência pela morte de Steve Jobs.
O endereço rememberingsteve@apple.com será uma via para centralizar as inúmeras mensagens de internautas, políticos e famosos que se multiplicam nas redes sociais desde a divulgação da notícia de sua morte.
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Dor Física x Dor Emocional
O maior medo do ser humano, depois do medo da morte, é o medo da dor. Dor física: um corte, uma picada, uma ardência, uma distenção, uma fratura, uma cárie. Dor que só cessa com analgésico, no caso de ser uma dor comum, ou com morfina, quando é uma dor insuportável. Mas é a dor emocional a mais temível, porque essa não tem medicamento que dê jeito.
Uma vez, conversando com uma amiga, ficamos nessa discussão por horas: o que é mais dolorido, ter o braço quebrado ou o coração? Uma pessoa que foi rejeitada pelo seu amor sofre menos ou mais do que quem levou 20 pontos no supercílio? Dores absolutamente diferentes. Eu acho que dói mais a dor emocional, aquela que sangra por dentro. Qualquer mãe preferiria ter úlcera para o resto da vida do que conviver com o vazio causado pela morte de um filho.
As estatísticas não mentem: é mais fácil ser atingida por uma depressão do que por uma bala perdida. Existe médico para baixo astral? Psicanalistas. E remédio? Anti-depressivos. Funcionam? Funcionam, mas não com a rapidez de uma injeção, não com a eficiência de uma cirurgia. Certas feridas não ficam à mostra. Acabar com a dor da baixa-estima é bem mais demorado do que acabar com uma dor localizada.
Parece absurdo que alguém possa sofrer num dia de céu azul, na beira do mar, numa festa, num bar.
Parece exagero dizer que alguém que leve uma pancada na cabeça sofrerá menos do que alguém que foi demitido. Onde está o hematoma causado pelo desemprego, onde está a cicatriz da fome, onde está o gesso imobilizando a dor de um preconceito?
Custamos a respeitar as dores invisíveis, para as quais não existem prontos-socorros. Não adianta assoprar que não passa.
Tenho um respeito tremendo por quem sofre em silêncio, principalmente pelos que sofrem por amor.
Perder a companhia de quem se ama pode ser uma mutilação tão séria quanto a sofrida por Lars Grael, só que os outros não enxergam a parte que nos falta, e por isso tendem a menosprezar nosso martírio.
O próprio iatista terá sua dor emocional prolongada por algum tempo, diante da nova realidade que enfrenta. Nenhuma fisgada se compara à dor de um destino alterado para sempre.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Faça a Diferença
Muito fácil hoje fazer a diferença.
Vivemos num mundo em que o importante é ser igual a fulano ou sicrano, nos esquecendo que ser diferente é o que nos torna único.
Crie, inove, sonhe, estude, busque conhecimento para ser diferente. Afinal não é bem isso que essa nova geração anda buscando.
Crie, inove, sonhe, estude, busque conhecimento para ser diferente. Afinal não é bem isso que essa nova geração anda buscando.
O vídeo abaixo é do Vlog do Edi que nos deixa uma mensagem super motivante.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Sem Saída - Filme
O filme mostra a história de Nathan Harper - Taylor Lautner ( o Jacob Black nos filmes Crepúsculo), um jovem que experimenta a estranha sensação de estar vivendo a vida de outra pessoa.
A aventura começa quando ele descobre junto com uma amiga uma foto sua como "pessoas desaparecidas" num site da internet quando criança. Nathan passa a procurar sua verdadeira identidade com a ajuda da amiga Karen.
Mas sua tarefa não será fácil já que, além do mistério que envolve suas origens, alguém está querendo matá-lo sem poupar a vida de quem esteja ao redor dele.
No inicio, “Sem Saída” chegaria aos cinemas nacionais com o titulo de "Abduzido", só poucos dias atrás que o título foi alterado, sem aviso prévio.
Para a surpresa de muitos, o longa “Sem Saída” foi um dos destaques na exibição comercial no Festival de Cannes. O filme que traz o astro Taylor Lautner , no papel principal encantou o público e fez com que todos os presentes não economizassem elogios.
A direção do longa levou a assinatura do renomado John Singleton. Também estão no elenco principal, Lily Collins, Alfred Molina, Jason Isaacs, Maria Bello e Sigourney Weaver.
A estreia de “Sem Saída” aqui no Brasil acontece hoje, 23 de setembro.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Até onde você iria por alguém?
Tudo nessa vida tem um limite, não é verdade? Até onde conseguimos chegar por alguém? Às vezes passamos por situações marcantes em nossa vida por pessoas que não são merecedoras dos nossos sentimentos.
O vídeo abaixo é uma propaganda do site de loterias MyLotto.co.nz da Nova Zelândia e retrata bem uma situação de fidelidade até o seu limite.
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sábado, 3 de setembro de 2011
Faça você mesma
Garimpando a internet encontrei um blog pra lá de especial, principalmente para minhas amigas arteiras. O blog Casa de Colorir da blogueira Thalita Carvalho incentiva até as mais desanimadass a meter a mão na massa e transformar o quarto de dormir em algo diferente.
Com apenas 18 reais de tinta, mais 8 reais de fita adesiva e alguns pregadores de roupas ela consegue transformar o quarto numa obra prima.
Ficou curiosa? Então veja o vídeo abaixo para conferir como ficou divino a arte da Thalita e aproveite para dar uma olhada no seu blog casadecolorir.blogspot.com
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Já era
Nunca sabemos ao certo quando deixamos de ser importantes.
É triste perceber que quem tanto me importa não me vê, apenas olha pra mim. Não altera em nada sua lista de prioridades quando preciso de socorro, atenção. Apenas (depois, sempre depois) desculpa-se. Está constantemente ocupado, atrapalhado, assoberbado. Sempre se sai com ótimos motivos para não ter ido, feito, acompanhado. Conhece meus gostos, minhas neuras, o porquê do riso rasgado. Sabe o número do meu telefone, onde vivo, mas mora num outro universo, do qual não tenho o endereço, nem pertenço: é péssimo notar que sou pouco para quem é muito pra mim.
E não se trata de desdém ou de rancor. É mais sutil, por isso tão doído. Pode até me surpreender com telefonemas, e-mails, conversas à toa, mas não está presente nos momentos críticos da minha vida. Torna-se incomunicável. Não fica ao meu lado. Não pega o lenço para que eu possa continuar chorando, sem medo de julgamentos. Não traz da cozinha a garrafa da minha bebida preferida para comemorarmos. Não me abraça quando faltam palavras, não me afaga quando elas não bastam. Sei que aquela pessoa, tal qual a recordo, existiu, só não sei em que ponto deixou de ser real para se tornar um holograma da minha mente. Uma suspeita de surto: será que me enganei desse jeito? Talvez não tenha me enganado, apenas o tempo nos tenha tornado diferentes demais e já não andemos na mesma direção. Talvez.
A vida acaba nos trazendo, inevitavelmente, amigos assim. Amores assim. Pessoas que estiveram conosco, compartilharam e construíram nossa história, mas que descompassaram. Alguns até continuam presentes mas jamais estiveram tão ausentes. Outros fazem questão de dizer o quanto somos importantes, especiais. Isso se mostra calmamente, no dia-a-dia, não se legaliza numa promessa. É preciso tempo, e é só com ele que saberei se essas palavras significam algo ou são mera formalidade. Me mostre que eu posso contar com você, não me diga isso.
Talvez percamos o sentido de existir na vida de algumas pessoas, por mais importantes que tenhamos sido (ou que supomos ter sido). Nossa permanência torna-se oca de significado. Desbota. Gradualmente, sumimos. E não há nada de errado nisso. De triste, sim (todo fim é triste), mas não de errado: não dá para exigir ser amado. Errado é mantermos à nossa volta, atrelados a nós por compulsão ou necessidade de companhia, quem não tem mais nada a nos oferecer. Para quem oferecemos tão pouco.
Quantos sinais são necessários até compreendermos que já não nos importamos com alguém?
Ailin Aleixo Jornalista
Autora do site Gastrolândia e do blog Mulher Honesta
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Confiar (Trust)
Já comentei nesse blog, os males que a internet veio trazer para dentro dos nossos lares se não for usada com uma certa reserva e cuidado. Sou contra a internet? De jeito nenhum. Aprendemos com o passar dos anos a escolher o que nos faz bem e descartar o que nos faz mal. Assim como fazer o bem e nunca deixar que o mal prevaleça em nada. Aprendemos a respeitar os valores e sentimentos alheios, aprendemos que não devemos provocar a ira de ninguém. Claro que as vezes isso é meio impossível por tudo que vivemos e presenciamos, mas devemos tentar de todas as maneiras respeitar o próximo, mesmo que ele às vezes não se dê o devido respeito.
A era da informática permitiu uma abertura muito grande a todos, possibilitando a socialização de pessoas que nunca se viram na vida. Possibilitando novas interações, novas amizades, novos contatos que nem sempre são realmente verdadeiros. A informática se mal usada leva muitos a caminhos sem volta, nos mostrando que o mundo virtual pode ser às vezes bem ardiloso.
Se muitos adultos caem em desgraça por causa da internet, sendo enrolados por pessoas com “outras intenções”, o que podemos dizer sobre as crianças e adolescentes? Como esses seres que se acham tão espertos, mas que ainda não sentiram na pele a desgraça de conhecer pessoas sem índole ou com más intenções poderão se proteger?
O drama “Confiar” veio nos mostrar esse perigo.
Clive Owen e Catherine Keener são os pais da adolescente Annie (Liana Liberato), que a presenteiam com um notebook no seu aniversário de 14 anos. A garota passa então, a dividir seu tempo entre a vida escolar e as salas de bate-papo, onde conversa online com pessoas da sua idade sobre assuntos variados. Em plena puberdade Annie, ainda vive num molde de inocência pura, incapaz de detectar qualquer maldade em algo ou alguém.
O seu castelo de sonhos começa a desmoronar quando Charlie (Chris Henry Coffey), um dos seus amigos virtuais por quem desenvolveu uma paixonite, lhe propõe um encontro. A curiosidade e a excitação própria da idade levam-na a aceitar e, sem seus pais saberem, vai ao encontro do sujeito. O problema é que, ele é um homem muito mais velho, que a seduz e se aproveita dela sexualmente.
O diretor David Schwimmer (o Ross da série Friends) é membro de uma fundação americana que presta apoio a vítimas de crimes sexuais. Sendo assim, a obra assume-se como um projeto muito pessoal de sua carreira e, talvez por isso, nunca procure soluções imaturas ou cliches hollywoodianos. O argumento, escrito por Andy Bellin e Robert Festinger, é bem verossímil, tornando-se frio e até desconfortável em alguns trechos, mas a mensagem é muito relevante para ser ignorada.
Se Confiar consegue despertar a atenção do espectador para este problema social sério e preocupante, parte do crédito precisa ser dado ao quarteto formado por Owen, Keener, Liberato e Viola Davis (uma psicóloga) que, extremamente empenhados em seus papeis, brinda-nos com interpretações fortes e sem exageros. Impossível não se identificar com o sofrimento dos seus personagens. Um filme educativo que deveria ser exibido nas escolas com a presença de pais e filhos.
Confiar (Trust)
Estadous Unidos, 2010 – 106 min.
Direção: David Schwimmer. Roteiro: Andy Bellin e Robert Festinger.
Elenco: Clive Owen, Catherine Keener, Liana Liberato, Viola Davis, Jason Clarke, Chris Henry Coffey.
Estadous Unidos, 2010 – 106 min.
Direção: David Schwimmer. Roteiro: Andy Bellin e Robert Festinger.
Elenco: Clive Owen, Catherine Keener, Liana Liberato, Viola Davis, Jason Clarke, Chris Henry Coffey.
Vamos aprender a nos proteger a acima de tudo vamos aprender a proteger aqueles que nos foi confiado, "nossos fillhos".
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Enigma do Outro Mundo - The Thing
Hoje vamos falar de cinema.
Enigma de Outro Mundo (The Thing, no original) estreou apenas duas semanas após E.T. nos cinemas americanos em 1982, e pegou todos os apaixonado pelo pescoçudo fofinho de surpresa. Numa época em que todo mundo queria ter um E.T. dentro de casa, as criaturas grotescas do filme The Thing foram massacradas pelos críticos e rejeitadas pelo público. Assim como o E.T. caiu nas graças do público merecidamente, o seu primo mais feio e malvado foi um tremendo fracasso, isso porque a decisão de estreiar um filme juntamente com outro mais light, aniquilou o que deveria ter sido um grande sucesso. Eu assisti em 1982 e adorei os sustos.
A história se passa na Antártida, em uma estação de pesquisa americana. , após uma cena de uma nave caindo na Terra, vemos um helicóptero de pesquisadores noruegueses perseguindo um inocente husky siberiano que tenta se salvar correndo pela neve até que alcançam a base americana. Neste momento os trapalhões noruegueses conseguem, sem nenhuma ajuda, explodir o próprio helicóptero e atirar em um americano ao tentar acertar o cachorro. Claro que os americanos revidam e acabam com o único norueguês que havia sobrado.
Mas por que os Noruegueses estavam atrás do pobre cachorro? Eles logo deduzem que é um caso de “cabin fever”, termo usado para designar um determinado tipo de paranóia que acontece quando pessoas são enclausuradas em um mesmo lugar por muito tempo, elas começam a ficar malucas.
Mas a fim de descobrir o que realmente aconteceu, um piloto e um médico resolvem ir até a base norueguesa, lá chegando encontram um cenário de destruição e os restos mortais de uma criatura totalmente deformada que resolvem levar com eles para análise.
A partir daí o filme começa a mostrar a que veio. Descobrimos que o cachorro, na verdade é um ser alienígena, que tem a habilidade de morfar e assumir a forma de qualquer coisa que come.
Lembre-se que estamos falando de um filme estreiado em 1982 e não havia este monte de computadores ajudando a criar efeitos especiais. Tudo feito com borracha, robótica, marionetes e um pouco de stop motion.
E quem pensa que o filme é só um banho de sangue para todos os lado se engana. Como em determinado momento ninguém sabe mais quem é humano e quem já foi devorado, Carpenter passa a trabalhar com maestria este lado do suspense. Todos começam a desconfiar uns dos outros, a tensão psicológica e a pressão chegam ao extremo a medida que os alienígenas são revelados das maneiras mais nojentas possíveis. Suspense e sustos na medida certa.
A estreia do remake no Brasil está prevista para dois de dezembro de 2011.Um filme de ficção cientifica dirigido por Matthijs van Heijningen Jr., escrito por Eric Heisserer, e estrelado por Mary Elizabeth Winstead e Joel Edgerton nos papéis principais. Uma refilmagem do filme clássico de John Carpenter de 1982 de mesmo nome.
Vai encarar?
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Uma definição bem simples do que é o Amor
Difícil definir essa palavra não é verdade? Ainda mais sendo nós pessoas maduras com uma expectativa nem sempre correspondida sobre o assunto. Queremos muito em matéria de amor, queremos sinceridade, compromisso, respeito e acima de tudo que a outra pessoa nessa relação esteja tão comprometida como nós estamos.
Mas afinal, o que é o amor?
Quem pode nos dizer corretamento o que é o amor são as crianças, aquelas que ainda não carregam um conceito pré-estabelecido de algo que mesmo com o passar dos anos ainda não conseguimos ao certo definir.
O vídeo abaixo foi ao ar no Programa do Jô em 2009 onde se realizou uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos. E com sinceridade , inocência e pouca vivência, conseguem definir bem essa palavra tão banalmente usada.
As crianças são sábias... vamos aprender juntos???
PerdidaMente
sábado, 6 de agosto de 2011
Estamos com fome de amor
Estamos vivendo numa época de liberação sexual, onde "uma noite e nada mais" já deixou de ser tabu para virar regra de muita gente hoje em dia, independente do que vai causar ou não, a carência do ser humano passa por outro viés. Com relações cada vez mais objetais e de afeto frágil, muitas vezes o que falta é um caloroso abraço, um carinho verdadeiro, uma afeição dada pelo coração. "Uma noite e nada mais" virou regra e não mais exceção. E com isso as relações estão cada vez menos profundas, menos intensas, menos calorosas, deixando muito a desejar.
Abaixo um texto de Arnaldo Jabor para que possamos saborear e refletir se alguma vez já nos sentimos assim. E quem sabe com isso, possamos aprender a dar importância ao que realmente vale a pena nesse mundo. Aproveite.
Estamos com fome de amor
Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!".
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.
Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
Antes idiota que infeliz!
Arnaldo Jabor
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!".
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.
Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
Antes idiota que infeliz!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Casa e Lar... Você conhece a diferença?
Casa é uma construção de cimento e tijolos.
Lar é uma construção de valores e princípios.
Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio...
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão
Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.
O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.
Numa casa criamos e alimentamos problemas.
O lar é o centro de resolução de problemas.
Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam.
Casa é local de dissensões, conflitos, discórdia...
No lar as dissensões, os conflitos, existindo, servirão para esclarecer e engrandecer.
Numa casa desdenha-se dos nossos valores.
No lar sonhamos juntos.
Se você ainda mora em uma casa, nós o (a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar...
(Parte do texto de Abigail Guimarães (inspirada numa reflexão de Alba Magalhães David)
Lar é uma construção de valores e princípios.
Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio...
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão
Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.
O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.
Numa casa criamos e alimentamos problemas.
O lar é o centro de resolução de problemas.
Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam.
Casa é local de dissensões, conflitos, discórdia...
No lar as dissensões, os conflitos, existindo, servirão para esclarecer e engrandecer.
Numa casa desdenha-se dos nossos valores.
No lar sonhamos juntos.
Se você ainda mora em uma casa, nós o (a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar...
(Parte do texto de Abigail Guimarães (inspirada numa reflexão de Alba Magalhães David)
Que possamos aprender a construir um lar com valores, princípios, respeito e amor para que no futuro possamos colher os bons frutos olhando nossos filhos e nos certificarmos que valeu a pena a construção do nosso lar.
Que sua casa não seja vazia de sentimentos. Aprenda a olhar com os olhos do verdadeiro amor. Aprenda a somar valores, aprenda a ser feliz!
domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Soluções Inteligentes para o nosso lixo
Gostamos de bater no peito e dizer que estamos preocupados com o meio ambiente. Falar é fácil, mas agir de forma a ver resultados já é mais difícil. Temos plena consciência de que precisamos fazer algo de maneira mais palpável a fim de acabar ou amenizar os efeitos devastadores que nós seres humanos causamos ao nosso ambiente.
Logo, as sacolas plásticas não serão mais permitidas nos supermercados. Teremos que nos preocupar em levar em mãos sacolas para condicionarmos nossas compras efetuadas em estabelecimentos que deveriam no mínimo nos fornecer algo que pudéssemos levar o que compramos para nossos lares.
Vivemos reclamando da sujeira que criamos e que não conseguimos encontrar soluções para nos desfazer dos dejetos produzidos por nós mesmo. Os lixões são uma constante nas cidades, poluindo a terra, a água e o ar.
Mas tudo é uma questão de querer. Creio que para tudo existe sim uma solução. O que precisamos nesse momento é de pessoas que querem fazer a diferença e que tenha a coragem de realizar tais transformações.
Vivia me questionando se não tem como transformar as sacolas plásticas em algo que pudesse ser dissolvido, ou que com o tempo se dissolvessem na natureza. Não é possível que alguém não teria a capacidade de realizar algo dessa natureza na atualidade tecnológica em que vivemos.
Sou uma curiosa e enquanto não encontro algo que mate essa minha curiosidade não sossego. Futucando a internet encontrei duas coisas interessante para soluções do lixo jogado no meio ambiente, faltando somente agora aparecer pessoas com a capacidade de tornar isso uma realidade para todos.
A marca Puma iniciou a substituição de suas embalagens convencionais por sacos plásticos inteligentes, chamados "Clever Little Bag". Desenvolvidas por Yves Béhar, as recentes ecobags da marca alemã ganham característica 100% biodegradável.
Feitos de amido de milho em sua totalidade, os sacos podem ser utilizados como adubo após 3 meses de uso. Porém, se o usuário deseja efeito instantâneo, é só mergulhá-lo em água. Exatamente, a fibra é solúvel, e se dissolve em apenas 3 minutos. Anualmente, a medida deve poupar mais de 192 toneladas de plástico e 293 de papel. Aí está uma solução interessante para o problema das nossas sacolas plásticas. Que tal se os supermercados nos oferecessem sacolas como a marca Puma?
O Jornal Nacional apresentou uma série de reportagens especiais sobre as soluções que muitas cidades encontraram para o reaproveitamento do lixo na Europa. Soluções que se fossem estudadas e planejadas com certeza fariam uma grande diferença em nossas vidas. Veja como isso afetou a vida de todos em Barcelona. Criado especialmente para os jogos olímpicos de 1992, a cidade de Barcelona dispõe da coleta de lixo subterrâneo.
As cidadãos despejam seus sacos de lixo em escotilhas espalhados na cidade. Um sistema de tubulação subterrânea despacha esse lixo até containers, que depois de cheio é transportado para uma central de triagem, onde é separado o lixo orgânico do reciclável.
O orgânico vira combustível que gera energia e o material reciclável segue para as indústrias de reciclagem. Uma informação curiosa é que a tubulação trafega o lixo numa velocidade de até 70km/h.
As cidadãos despejam seus sacos de lixo em escotilhas espalhados na cidade. Um sistema de tubulação subterrânea despacha esse lixo até containers, que depois de cheio é transportado para uma central de triagem, onde é separado o lixo orgânico do reciclável.
O orgânico vira combustível que gera energia e o material reciclável segue para as indústrias de reciclagem. Uma informação curiosa é que a tubulação trafega o lixo numa velocidade de até 70km/h.
Interessante não é verdade? Agora vamos esperar para ver essas transformações por aqui. Quem sabe se levarmos esse assunto a outras pessoas ao ponto em que todos tenham consciência de que é possível sim uma transformação para tal situação, alguém que tenha condições de começar essa transformação não se toque ao ponto de fazer acontecer tais coisas? Vamos torcer.
PerdidaMente
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Escolha as melhores sementes para semear
Quem planta árvores, colhe alimento.
Quem semeia flores, colhe perfume.
Quem semeia o trigo, colhe o pão.
Quem planta amor, colhe amizade.
Quem semeia alegria, colhe felicidade.
Quem planta a vida, colhe milagres.
Quem semeia a verdade, colhe confiança.
Quem planta fé, colhe a certeza.
Quem semeia carinho, colhe gratidão.
No entanto, há quem prefira,
Semear tristeza e colher desconsolo,
Plantar discórdia e colher solidão,
Semear vento e colher tempestade,
Plantar ira e colher desafeto,
Semear descaso e colher um adeus,
Plantar injustiça e colher abandono.
Somos semeadores conscientes, espalhamos diariamente milhões de sementes ao nosso redor.
Que possamos escolher sempre as melhores, para que, ao recebermos a dádiva da colheita farta, tenhamos apenas motivos para agradecer.
(autor desconhecido)
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